Corda acolhe primeira edição do Festival da Maçã e do Marmelo
Em declarações à Rádio Morabeza, a presidente da Associação Comunitária Ponta d’Cinta, Maria do Rosário, explica que a iniciativa surgiu do trabalho desenvolvido pela comunidade nas áreas da produção agrícola e da transformação agroalimentar.“Para além do nosso centro de transformação, também nós temos a unidade de produção agrícola, com base na formação agroalimentar que nós tivemos na comunidade. Então, leva-nos também à ideia de ter uma feira ou um festival, digamos, de sabores de maçã e de marmelo dessa comunidade, que nós consideramos a maçã como aquela bandeira ou aquele cartaz da comunidade de Corda", explica. Segundo Maria do Rosário, o festival pretende celebrar e valorizar os produtos locais, incentivar os agricultores a aumentar a produção, garantir preços mais justos e reduzir o desperdício.“Ao longo desse tempo, é de extrema importância começar a valorizarmos os produtos e os produtores que temos na nossa localidade. Por exemplo, temos os nossos agricultores produzindo e comercializando os seus produtos, eles têm mais vontade, mais ânimo ainda de produzir, porque tudo é para fortalecer não só essa atividade, é para fazer os produtores venderem os seus produtos com um preço unificado, valorizando os produtos e evitando o desperdício, o que cria mais ânimo para poder fazer com que produzam mais”, realça.De acordo com a responsável, a organização enfrenta desafios financeiros e a dificuldade de alguns produtores em apresentar os seus produtos nesta época do ano.“O principal desafio é ter aquele envelope financeiro para podermos realizar essa feira. A associação mesmo não consegue realizar com os seus próprios meios. Temos outros desafios, que são a ausência de produtos. Vários produtores não estão conseguindo expor por não terem produtos nessa época. A ausência de chuva também tem impedido que alguns expositores apresentem produtos. E também temos esta época de turismo, que os expositores estão a dizer que é uma época em que se está a receber turistas, então não conseguem juntar-se a nós nesta partilha, nesta feira”, afirma.O programa contempla ainda visitas guiadas às macieiras para crianças e adultos, passeios de burro para crianças, entre outras actividades. Para domingo, está prevista a realização de uma mesa-redonda sobre inovação e empreendedorismo na transformação da fruta, além da feira de produtos e degustações.
Em declarações à Rádio Morabeza, a presidente da Associação Comunitária Ponta d’Cinta, Maria do Rosário, explica que a iniciativa surgiu do trabalho desenvolvido pela comunidade nas áreas da produção agrícola e da transformação agroalimentar.
“Para além do nosso centro de transformação, também nós temos a unidade de produção agrícola, com base na formação agroalimentar que nós tivemos na comunidade. Então, leva-nos também à ideia de ter uma feira ou um festival, digamos, de sabores de maçã e de marmelo dessa comunidade, que nós consideramos a maçã como aquela bandeira ou aquele cartaz da comunidade de Corda", explica.
Segundo Maria do Rosário, o festival pretende celebrar e valorizar os produtos locais, incentivar os agricultores a aumentar a produção, garantir preços mais justos e reduzir o desperdício.
“Ao longo desse tempo, é de extrema importância começar a valorizarmos os produtos e os produtores que temos na nossa localidade. Por exemplo, temos os nossos agricultores produzindo e comercializando os seus produtos, eles têm mais vontade, mais ânimo ainda de produzir, porque tudo é para fortalecer não só essa atividade, é para fazer os produtores venderem os seus produtos com um preço unificado, valorizando os produtos e evitando o desperdício, o que cria mais ânimo para poder fazer com que produzam mais”, realça.
De acordo com a responsável, a organização enfrenta desafios financeiros e a dificuldade de alguns produtores em apresentar os seus produtos nesta época do ano.
“O principal desafio é ter aquele envelope financeiro para podermos realizar essa feira. A associação mesmo não consegue realizar com os seus próprios meios. Temos outros desafios, que são a ausência de produtos. Vários produtores não estão conseguindo expor por não terem produtos nessa época. A ausência de chuva também tem impedido que alguns expositores apresentem produtos. E também temos esta época de turismo, que os expositores estão a dizer que é uma época em que se está a receber turistas, então não conseguem juntar-se a nós nesta partilha, nesta feira”, afirma.
O programa contempla ainda visitas guiadas às macieiras para crianças e adultos, passeios de burro para crianças, entre outras actividades.
Para domingo, está prevista a realização de uma mesa-redonda sobre inovação e empreendedorismo na transformação da fruta, além da feira de produtos e degustações.
