Câmara Municipal da Praia prevê melhorias no Aterro Sanitário com adopção de novas técnicas de tratamentos dos resíduos
Segundo o presidente da Câmara Municipal da Praia, está a ser feito um trabalho de planeamento de todo o processo de equipamento e materiais para ter condições de se fazer uma “boa recolha”, organizar bem as rotas, ter equipamentos à altura, e de igual modo ter equipas sensibilizadas, preparadas para gerir bem os equipamentos.“Já vimos boas práticas em aterros sanitários, por exemplo, em Portugal, que vamos ter não só formação, como vamos trabalhar também com o Ministério da Saúde e, sobretudo, a nível da Associação Nacional dos Municípios e melhorar esta questão”, disse o edil.Disse que a autarquia está em diálogo com a Associação dos Municípios de Santiago para que se possa fazer “uma boa gestão dos resíduos sólidos”, já que no momento o suporte, quer em termos financeiros e de gestão, está a recair sobre a Câmara Municipal da Praia.“Queiramos que haja melhorias, estamos a trabalhar nesse sentido para que possamos ter um aterro sanitário, de facto, digno, inclusive que possa também vir a dar frutos em termos de reciclagem, em termos de produção de energia”, avançou Fernando Pinto.Completou esta mesma fonte, que a ideia é implementar as tecnologias que estão sendo assimiladas a nível de aproveitamento daquilo que são os resíduos químicos.“No aterro sanitário já temos um espaço para separar lixo, quer plástico, quer garrafas, e o processo começa também em casa”, acrescentou o edil, sublinhando que esta acção deve iniciar-se em casa.Mencionou que mais à frente a intenção da câmara é colocar nas ruas contentores com resíduos separados, isto é, consoante o tipo de resíduo, o que, segundo esta mesma fonte, poderá se fazer o aproveitamento, inclusive da produção.
Segundo o presidente da Câmara Municipal da Praia, está a ser feito um trabalho de planeamento de todo o processo de equipamento e materiais para ter condições de se fazer uma “boa recolha”, organizar bem as rotas, ter equipamentos à altura, e de igual modo ter equipas sensibilizadas, preparadas para gerir bem os equipamentos.
“Já vimos boas práticas em aterros sanitários, por exemplo, em Portugal, que vamos ter não só formação, como vamos trabalhar também com o Ministério da Saúde e, sobretudo, a nível da Associação Nacional dos Municípios e melhorar esta questão”, disse o edil.
Disse que a autarquia está em diálogo com a Associação dos Municípios de Santiago para que se possa fazer “uma boa gestão dos resíduos sólidos”, já que no momento o suporte, quer em termos financeiros e de gestão, está a recair sobre a Câmara Municipal da Praia.
“Queiramos que haja melhorias, estamos a trabalhar nesse sentido para que possamos ter um aterro sanitário, de facto, digno, inclusive que possa também vir a dar frutos em termos de reciclagem, em termos de produção de energia”, avançou Fernando Pinto.
Completou esta mesma fonte, que a ideia é implementar as tecnologias que estão sendo assimiladas a nível de aproveitamento daquilo que são os resíduos químicos.
“No aterro sanitário já temos um espaço para separar lixo, quer plástico, quer garrafas, e o processo começa também em casa”, acrescentou o edil, sublinhando que esta acção deve iniciar-se em casa.
Mencionou que mais à frente a intenção da câmara é colocar nas ruas contentores com resíduos separados, isto é, consoante o tipo de resíduo, o que, segundo esta mesma fonte, poderá se fazer o aproveitamento, inclusive da produção.
