ADECO pede medidas para atenuar impacto da subida dos combustíveis no poder de compra
A Associação reconhece a existência de um choque internacional nos preços, mas considera necessário encontrar mecanismos para amortecer os seus efeitos na economia nacional.Como exemplo, aponta a medida adoptada pelo Governo relativamente ao gás butano, e diz que uma abordagem semelhante poderá ser ponderada para outros combustíveis, de forma selectiva, tendo em conta os sectores mais vulneráveis aos aumentos.Neste sentido, a ADECO propõem conceder benefícios fiscais nos combustíveis a sectores produtivos, nomeadamente às indústrias de transformação alimentar e às empresas que utilizam gasóleo nas suas actividades de modo a evitar que o encarecimento dos custos de produção se traduza em novos aumentos dos preços dos bens produzidos no país.A associação considera igualmente que o sector da produção de electricidade poderá beneficiar de um tratamento diferenciado no acesso aos combustíveis, para reduzir a pressão sobre os custos de produção e, consequentemente, sobre as tarifas de electricidade.A ADECO sugere ainda que sejam estudadas medidas de apoio às empresas de transporte público, através de condições mais favoráveis na aquisição de combustíveis. Segundo a associação, esta iniciativa poderá contribuir para conter os custos dos transportes e proteger os passageiros com menor capacidade financeira.Outra possibilidade apontada passa pela criação de um fundo destinado a amortecer aumentos extraordinários dos preços dos combustíveis.Foto: depositphotos
A Associação reconhece a existência de um choque internacional nos preços, mas considera necessário encontrar mecanismos para amortecer os seus efeitos na economia nacional.
Como exemplo, aponta a medida adoptada pelo Governo relativamente ao gás butano, e diz que uma abordagem semelhante poderá ser ponderada para outros combustíveis, de forma selectiva, tendo em conta os sectores mais vulneráveis aos aumentos.
Neste sentido, a ADECO propõem conceder benefícios fiscais nos combustíveis a sectores produtivos, nomeadamente às indústrias de transformação alimentar e às empresas que utilizam gasóleo nas suas actividades de modo a evitar que o encarecimento dos custos de produção se traduza em novos aumentos dos preços dos bens produzidos no país.
A associação considera igualmente que o sector da produção de electricidade poderá beneficiar de um tratamento diferenciado no acesso aos combustíveis, para reduzir a pressão sobre os custos de produção e, consequentemente, sobre as tarifas de electricidade.
A ADECO sugere ainda que sejam estudadas medidas de apoio às empresas de transporte público, através de condições mais favoráveis na aquisição de combustíveis.
Segundo a associação, esta iniciativa poderá contribuir para conter os custos dos transportes e proteger os passageiros com menor capacidade financeira.
Outra possibilidade apontada passa pela criação de um fundo destinado a amortecer aumentos extraordinários dos preços dos combustíveis.
Foto: depositphotos