Amor, luta e ancestralidade: os casais de A Nobreza do Amor na reta final

Da trama de Batanga e Barro Preto, os casais que fizeram o público torcer também são unidos por causas em comum. A reta final de A Nobreza do Amor chega com um público que se apaixonou pelos casais. Criada por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., a novela tem data marcada para acabar: […] O post Amor, luta e ancestralidade: os casais de A Nobreza do Amor na reta final apareceu primeiro em Mundo Negro.

Amor, luta e ancestralidade: os casais de A Nobreza do Amor na reta final

Da trama de Batanga e Barro Preto, os casais que fizeram o público torcer também são unidos por causas em comum.

A reta final de A Nobreza do Amor chega com um público que se apaixonou pelos casais. Criada por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., a novela tem data marcada para acabar: o último capítulo está previsto para sexta-feira, 6 de novembro, com reprise no sábado, 7. Na segunda, 9 de novembro, a faixa das 18h passa a ser ocupada por Lá na Minha Terra. Antes do fim, vale lembrar o que tornou essas histórias tão queridas. Os romances nunca foram só sobre afeto. Em cada história, o amor anda junto com a luta, a ancestralidade e a crença num mundo mais justo para quem sofre.

Alika (Duda Santos) e Tonho (Ronald Sotto): um amor que atravessa tempos

O casal principal tem uma ligação que vai além desta vida. Alika é uma princesa africana que foge para o Brasil, e Tonho é um trabalhador de engenho com forte senso de justiça. Os dois se encontram em Barro Preto, mas a novela sugere que se reconhecem de outros tempos. Tonho, aliás, descobre que tem ligação com a dinastia Shaka, de Batanga. O que sustenta o casal é o idealismo: os dois acreditam que quem sofre merece respeito. É um amor que cresce junto com a luta pela justiça.

Niara (Erika Januza) e Onildo (Paulo Lessa): admiração que vira afeto

Niara, a rainha, e Onildo, o médico, são dois adultos que já viveram perdas e dedicaram a vida a ajudar quem está ao redor. A história deles começa pela identificação de propósito. O amor cresce pela admiração intelectual e pelo carinho recíproco. A relação deles mostra que o romance também pode nascer da maturidade e do respeito.

Dumi (Licínio Januário) e Kênia (Nykolly Fernandes): da desconfiança à fibra

Dumi começa trabalhando para o pai de Kênia, o rei Jendal. No início, acha que ela é uma menina mimada. Mas, ao longo da trama, Kênia mostra força e coragem. Ela enfrenta o pai, é presa por ele e se junta aos rebeldes. Esse é um amor construído na convivência, em que a princesa e o ex-chefe da guarda se descobrem parceiros de luta.

Ladisa (Rita Batista) e Akin (André Luiz Miranda): a admiração que a torcida quer ver se concretizar

Ladisa e Akin ainda não ficaram juntos oficialmente. Mas os olhares, as trocas e a parceria na resistência mostram uma admiração que o público já percebe. Os dois lideram a rebelião contra Jendal ao lado de Dumi, e a torcida espera que essa história tenha um final feliz.

Jendal (Lázaro Ramos) e Binta (Lesliana Pereira): o amor que não é amor

Por último, e como exceção, está o casal que mostra o outro lado. Jendal e Binta se unem por ambição. O casamento é de conveniência, marcado por interesse, falta de respeito ao próximo e táticas imorais para conseguir poder. Binta, por exemplo, se aproxima de Pascoal, o homem de confiança do marido, enquanto Jendal tenta livrar-se de Alika para ficar com o trono. É o contraponto que mostra o que o amor da novela não é.

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