Mark Delman com concerto em Novembro no Coliseu dos Recreios de Lisboa
Segundo uma nota enviada, este espectáculo marca um momento inédito para a cultura cabo-verdiana em Portugal e reconhece o percurso de um artista que, ao longo de quase duas décadas, tornou-se referência incontornável do género.O concerto no Coliseu dos Recreios, conforme a mesma fonte, representa a primeira apresentação do rap crioulo neste palco emblemático e assinala um novo capítulo na afirmação internacional da música cabo-verdiana.“Estou a fazer isto por mim, mas principalmente para a nova geração de artistas de Cabo Verde, mostrar que na vida tudo é possível com talento e muito trabalho”, garante Mark Delman. Natural da ilha de São Vicente, Mark Delman iniciou o seu percurso no Hip-Hop em 2008 pela dança, integrando o grupo The Maskers, onde se destacou no estilo Krump. Em 2009, juntou-se ao colectivo In The Air, com quem lançou a mixtape/álbum "Sentód na Nuvem", um trabalho que revolucionou a forma de fazer Rap em São Vicente. Em 2015, integrou ainda o projecto "Banger", da editora Hellbox, que reuniu os In The Air e os TMP Boyz.A carreira a solo arrancou em 2016 com o EP "5AM Vibes" e consolidou-se com o álbum "#1991" (2019), com participações de artistas como Renata Santos, D.N.A e Kiddye Bonz. O álbum ultrapassou 3,5 milhões de streams em todas as plataformas digitais, tornando Mark Delman o primeiro rapper de São Vicente a alcançar 1 milhão de streams no Spotify, além de meses consecutivos no primeiro lugar nas vendas de álbuns na Apple Music Cabo Verde.Em 2025, lançou "S.M.!H.A." (Só Mas Um História D'Amor), o seu segundo álbum de originais, com participações de Neyna, Renata Santos e KVN Lopes. Concebido como um álbum conceptual e coeso, pensado para ser ouvido de início ao fim como uma narrativa única, tornou-se um sucesso estrondoso: mais de 7 milhões de streams no primeiro ano, um ano inteiro no número 1 dos álbuns de Cabo Verde e presença no Top 7 da Apple Music em Portugal e no Luxemburgo.Para além da carreira a solo, Mark Delman é também um dos compositores mais requisitados da música cabo-verdiana e lusófona, com créditos em êxitos de Nelson Freitas (incluindo "Depos d'Quarentena", Disco de Ouro em Portugal), June Freedom ("Andréia", "Preta", "Egoísta"), Neyna ("Akanadja") e Djodje ("Tentason"), entre outros. Enquanto intérprete de singles, mantém ainda uma ligação forte com a sua fanbase, com destaque para "Pode Bem" e para os featurings com Loreta, "Es Ca Sabi" e "Bem di Nada".
Segundo uma nota enviada, este espectáculo marca um momento inédito para a cultura cabo-verdiana em Portugal e reconhece o percurso de um artista que, ao longo de quase duas décadas, tornou-se referência incontornável do género.
O concerto no Coliseu dos Recreios, conforme a mesma fonte, representa a primeira apresentação do rap crioulo neste palco emblemático e assinala um novo capítulo na afirmação internacional da música cabo-verdiana.
“Estou a fazer isto por mim, mas principalmente para a nova geração de artistas de Cabo Verde, mostrar que na vida tudo é possível com talento e muito trabalho”, garante Mark Delman.
Natural da ilha de São Vicente, Mark Delman iniciou o seu percurso no Hip-Hop em 2008 pela dança, integrando o grupo The Maskers, onde se destacou no estilo Krump.
Em 2009, juntou-se ao colectivo In The Air, com quem lançou a mixtape/álbum "Sentód na Nuvem", um trabalho que revolucionou a forma de fazer Rap em São Vicente. Em 2015, integrou ainda o projecto "Banger", da editora Hellbox, que reuniu os In The Air e os TMP Boyz.
A carreira a solo arrancou em 2016 com o EP "5AM Vibes" e consolidou-se com o álbum "#1991" (2019), com participações de artistas como Renata Santos, D.N.A e Kiddye Bonz.
O álbum ultrapassou 3,5 milhões de streams em todas as plataformas digitais, tornando Mark Delman o primeiro rapper de São Vicente a alcançar 1 milhão de streams no Spotify, além de meses consecutivos no primeiro lugar nas vendas de álbuns na Apple Music Cabo Verde.
Em 2025, lançou "S.M.!H.A." (Só Mas Um História D'Amor), o seu segundo álbum de originais, com participações de Neyna, Renata Santos e KVN Lopes. Concebido como um álbum conceptual e coeso, pensado para ser ouvido de início ao fim como uma narrativa única, tornou-se um sucesso estrondoso: mais de 7 milhões de streams no primeiro ano, um ano inteiro no número 1 dos álbuns de Cabo Verde e presença no Top 7 da Apple Music em Portugal e no Luxemburgo.
Para além da carreira a solo, Mark Delman é também um dos compositores mais requisitados da música cabo-verdiana e lusófona, com créditos em êxitos de Nelson Freitas (incluindo "Depos d'Quarentena", Disco de Ouro em Portugal), June Freedom ("Andréia", "Preta", "Egoísta"), Neyna ("Akanadja") e Djodje ("Tentason"), entre outros.
Enquanto intérprete de singles, mantém ainda uma ligação forte com a sua fanbase, com destaque para "Pode Bem" e para os featurings com Loreta, "Es Ca Sabi" e "Bem di Nada".
