Agência de saúde da Rússia descarta risco de epidemia de peste na Sibéria

"A vigilância médica de mais de 90% das pessoas que estiveram em contacto com a doente está concluída. Não foi detetado qualquer problema de saúde relacionado com uma doença infecciosa", indicou a agência de saúde pública Rospotrebnadzor, afirmando que "não existe qualquer risco epidémico para a população de Irkutsk e da região".Momentos antes, a presidência russa (Kremlin) defendeu que se confie na Rospotrebnadzor, considerando que a "grande maioria" das informações divulgadas pelos meios de comunicação social sobre os casos de peste na Sibéria são falsas.No entanto, multiplicam-se os pedidos de transparência sobre o caso, nomeadamente da União Europeia (UE), Organização Mundial de Saúde (OMS) e Estados Unidos.Em causa está a morte suspeita da técnica de laboratório que trabalhava no Instituto de Luta contra a Peste de Irkutsk, na Sibéria, bem como sobre a aparente existência de um segundo caso."A comunicação atempada, completa e transparente de informações no âmbito do Regulamento Sanitário Internacional é essencial para esclarecer informações contraditórias e permitir uma avaliação precisa dos potenciais riscos para a saúde pública», escreveu o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede social X.Em Moscovo, as autoridades russas negaram a adoção de medidas sanitárias após esta morte, noticiada sexta-feira por vários meios de comunicação russos e garantiram que a situação está sob controlo.Canais do Telegram e meios de comunicação locais noticiaram que vários hospitais de Irkutsk tinham imposto uma quarentena de três semanas.O governador regional, Igor Kobzev, afirmou na segunda-feira que as análises post-mortem realizadas por uma comissão especial de peritos da Rospotrebnadzor indicavam que a jovem tinha morrido de uma pneumonia de origem indeterminada.Segundo a investigação, não foi detetado qualquer microrganismo "relacionado com a atividade profissional da jovem", declarou, acrescentando que nenhum outro funcionário do instituto tinha consultado um médico.

Agência de saúde da Rússia descarta risco de epidemia de peste na Sibéria

"A vigilância médica de mais de 90% das pessoas que estiveram em contacto com a doente está concluída. Não foi detetado qualquer problema de saúde relacionado com uma doença infecciosa", indicou a agência de saúde pública Rospotrebnadzor, afirmando que "não existe qualquer risco epidémico para a população de Irkutsk e da região".

Momentos antes, a presidência russa (Kremlin) defendeu que se confie na Rospotrebnadzor, considerando que a "grande maioria" das informações divulgadas pelos meios de comunicação social sobre os casos de peste na Sibéria são falsas.

No entanto, multiplicam-se os pedidos de transparência sobre o caso, nomeadamente da União Europeia (UE), Organização Mundial de Saúde (OMS) e Estados Unidos.

Em causa está a morte suspeita da técnica de laboratório que trabalhava no Instituto de Luta contra a Peste de Irkutsk, na Sibéria, bem como sobre a aparente existência de um segundo caso.

"A comunicação atempada, completa e transparente de informações no âmbito do Regulamento Sanitário Internacional é essencial para esclarecer informações contraditórias e permitir uma avaliação precisa dos potenciais riscos para a saúde pública», escreveu o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede social X.

Em Moscovo, as autoridades russas negaram a adoção de medidas sanitárias após esta morte, noticiada sexta-feira por vários meios de comunicação russos e garantiram que a situação está sob controlo.

Canais do Telegram e meios de comunicação locais noticiaram que vários hospitais de Irkutsk tinham imposto uma quarentena de três semanas.

O governador regional, Igor Kobzev, afirmou na segunda-feira que as análises post-mortem realizadas por uma comissão especial de peritos da Rospotrebnadzor indicavam que a jovem tinha morrido de uma pneumonia de origem indeterminada.

Segundo a investigação, não foi detetado qualquer microrganismo "relacionado com a atividade profissional da jovem", declarou, acrescentando que nenhum outro funcionário do instituto tinha consultado um médico.