Número de mortos por Ébola na RDCongo ultrapassa os 500
De acordo com o último boletim do Ministério da Comunicação e dos Meios de Comunicação Social da RDCongo, com dados recolhidos até 04 de julho, foram igualmente registados 1.561 casos confirmados e a taxa de letalidade situa-se agora nos 32,4%.Além disso, "628 doentes encontram-se em isolamento ou hospitalização", e outras 253 pessoas conseguiram recuperar da doença.O surto foi oficialmente declarado em 15 de maio na província de Ituri, que faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul e constitui o epicentro da epidemia, mas alastrou também às províncias congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul.A epidemia propagou-se igualmente ao Uganda, onde foram confirmados 20 casos de infeção, incluindo 15 considerados importados da RDCongo, entre os quais se registaram duas mortes.Entretanto, o Governo francês confirmou ter identificado o primeiro caso positivo de doença provocada pelo vírus do Ébola no país, correspondente a um médico que regressava de uma missão na RDCongo que, entretanto, recuperou e está fora de perigo de vida.O surto corresponde à estirpe Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera "elevado" o risco de propagação da epidemia na África Subsaariana e "baixo" à escala mundial.A OMS estima que o vírus começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração oficial do surto e classificou a epidemia, a 17 de maio, como uma "emergência de saúde pública de âmbito internacional".Esta é a terceira pior epidemia de Ébola de que há registo.O atual surto é apenas ultrapassado pela epidemia que afetou a África Ocidental entre 2014 e 2016, causando cerca de 11 mil mortos e 28 mil infeções, e pela que atingiu o leste da RD Congo entre 2018 e 2020, provocando 2.299 mortes e 3.481 casos.O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.
De acordo com o último boletim do Ministério da Comunicação e dos Meios de Comunicação Social da RDCongo, com dados recolhidos até 04 de julho, foram igualmente registados 1.561 casos confirmados e a taxa de letalidade situa-se agora nos 32,4%.
Além disso, "628 doentes encontram-se em isolamento ou hospitalização", e outras 253 pessoas conseguiram recuperar da doença.
O surto foi oficialmente declarado em 15 de maio na província de Ituri, que faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul e constitui o epicentro da epidemia, mas alastrou também às províncias congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul.
A epidemia propagou-se igualmente ao Uganda, onde foram confirmados 20 casos de infeção, incluindo 15 considerados importados da RDCongo, entre os quais se registaram duas mortes.
Entretanto, o Governo francês confirmou ter identificado o primeiro caso positivo de doença provocada pelo vírus do Ébola no país, correspondente a um médico que regressava de uma missão na RDCongo que, entretanto, recuperou e está fora de perigo de vida.
O surto corresponde à estirpe Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera "elevado" o risco de propagação da epidemia na África Subsaariana e "baixo" à escala mundial.
A OMS estima que o vírus começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração oficial do surto e classificou a epidemia, a 17 de maio, como uma "emergência de saúde pública de âmbito internacional".
Esta é a terceira pior epidemia de Ébola de que há registo.
O atual surto é apenas ultrapassado pela epidemia que afetou a África Ocidental entre 2014 e 2016, causando cerca de 11 mil mortos e 28 mil infeções, e pela que atingiu o leste da RD Congo entre 2018 e 2020, provocando 2.299 mortes e 3.481 casos.
O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.
