​PAICV rejeita ideia de gratuitidade geral. UCID acusa partido de “dar a volta ao texto”

Em representação do PAICV no programa de debate político, o deputado eleito Adilson Graça Jesus esclareceu, por exemplo, que a gratuitidade prometida na saúde não será aplicada de imediato.“Nós vamos implementar as nossas opções. Quando disse que nunca houve essa ideia de gratuitidade geral, foi uma narrativa criada a partir das propostas que o presidente do partido lançou. Foi lançada uma narrativa nas campanhas eleitorais de que o PAICV estava a prometer tudo gratuito. Nunca foi. É claro que a tendência que nós queremos implementar é que se consiga ter uma saúde gratuita, mas não disse que tudo era para já”, afirma.Sobre as prioridades de governação, o responsável político aponta áreas como a educação, saúde, habitação. No capítulo dos transportes, o PAICV prometeu, durante a campanha para as eleições legislativas, ligações marítimas a 500 escudos e passagens aéreas a 5.000 escudos. Adilson Graça Jesus acredita que Francisco Carvalho vai cumprir com a sua promessa.“O presidente do partido disse que era para ser implementado de urgência e eu acredito que ele vai cumprir com a sua promessa”, diz.A UCID acusa o PAICV de estar a “dar a volta ao texto” depois de ter vencido as eleições legislativas. “É como São Tomé, é ver para querer. Aqui é preciso dizer que o PAICV está mesmo a querer dar uma volta ao texto, porque é bem provável que nem os 500 escudos irão acontecer nas passagens debarco e nem os 5 mil irão acontecer nos voos. E isto ficou claro quando o presidente do PAICV, após as eleições, numa entrevista à Televisão de Cabo Verde, deixou claro que eram promessas de grupos privados nos Estados Unidos da América e também em Portugal que teriam dito que eles conseguiriam fazer estes preços.Ora, portanto, isso é só para dizer que poderá não acontecer”, considera.O MpD não compareceu ao debate. O partido foi convidado a participar no programa “Plenário”, da Rádio Morabeza, mas não esteve presente.

​PAICV rejeita ideia de gratuitidade geral. UCID acusa partido de “dar a volta ao texto”

Em representação do PAICV no programa de debate político, o deputado eleito Adilson Graça Jesus esclareceu, por exemplo, que a gratuitidade prometida na saúde não será aplicada de imediato.

“Nós vamos implementar as nossas opções. Quando disse que nunca houve essa ideia de gratuitidade geral, foi uma narrativa criada a partir das propostas que o presidente do partido lançou. Foi lançada uma narrativa nas campanhas eleitorais de que o PAICV estava a prometer tudo gratuito. Nunca foi. É claro que a tendência que nós queremos implementar é que se consiga ter uma saúde gratuita, mas não disse que tudo era para já”, afirma.

Sobre as prioridades de governação, o responsável político aponta áreas como a educação, saúde, habitação. No capítulo dos transportes, o PAICV prometeu, durante a campanha para as eleições legislativas, ligações marítimas a 500 escudos e passagens aéreas a 5.000 escudos. Adilson Graça Jesus acredita que Francisco Carvalho vai cumprir com a sua promessa.

“O presidente do partido disse que era para ser implementado de urgência e eu acredito que ele vai cumprir com a sua promessa”, diz.

A UCID acusa o PAICV de estar a “dar a volta ao texto” depois de ter vencido as eleições legislativas.

“É como São Tomé, é ver para querer. Aqui é preciso dizer que o PAICV está mesmo a querer dar uma volta ao texto, porque é bem provável que nem os 500 escudos irão acontecer nas passagens debarco e nem os 5 mil irão acontecer nos voos. E isto ficou claro quando o presidente do PAICV, após as eleições, numa entrevista à Televisão de Cabo Verde, deixou claro que eram promessas de grupos privados nos Estados Unidos da América e também em Portugal que teriam dito que eles conseguiriam fazer estes preços.Ora, portanto, isso é só para dizer que poderá não acontecer”, considera.

O MpD não compareceu ao debate. O partido foi convidado a participar no programa “Plenário”, da Rádio Morabeza, mas não esteve presente.