Canadá pede renovação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte
Este acordo é vital para o Canadá e para o México, sendo os Estados Unidos o seu principal parceiro comercial e o destino, respetivamente, de 75?0?s suas exportações.Numa carta datada de 01 de junho, o ministro canadiano responsável pelas Relações Comerciais com os Estados Unidos, Dominic LeBlanc, indica que "o Canadá recomenda a renovação por mais 16 anos" deste acordo histórico que permitiu "crescimento e sucesso".A carta dirigida ao negociador americano Jamieson Greer e ao secretário mexicano da Economia, Marcelo Ebrard, foi enviada na véspera de uma deslocação do ministro canadiano a Washington.O Canadá, os Estados Unidos e o México, signatários deste acordo denominado ACEUM, devem notificar, o mais tardar até 01 de julho, da sua vontade de rever ou desistir deste acordo, que entrou em vigor em 2020.O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, disse repetidamente que o acordo traz poucos benefícios para os Estados Unidos, agitando a ameaça de se retirar do ACEUM.Trump não para de repetir que a economia americana não precisa do que o Canadá produz e chegou a afirmar no Fórum Económico Mundial de Davos que aquele país "vive graças aos Estados Unidos".Na noite de segunda-feira passada, o presidente americano reiterou a sua ideia de fazer do Canadá o 51.º Estado americano na sua rede Truth Social após a entrada do país em recessão técnica na sexta-feira.Apesar destas tensões, Jamieson Greer afirmou querer preservar certas partes do ACEUM.O México, por sua vez, já iniciou uma ronda oficial de negociação com os Estados Unidos a 27 de maio, sem avanços notáveis até ao momento.
Este acordo é vital para o Canadá e para o México, sendo os Estados Unidos o seu principal parceiro comercial e o destino, respetivamente, de 75% e 80% das suas exportações.
Numa carta datada de 01 de junho, o ministro canadiano responsável pelas Relações Comerciais com os Estados Unidos, Dominic LeBlanc, indica que "o Canadá recomenda a renovação por mais 16 anos" deste acordo histórico que permitiu "crescimento e sucesso".
A carta dirigida ao negociador americano Jamieson Greer e ao secretário mexicano da Economia, Marcelo Ebrard, foi enviada na véspera de uma deslocação do ministro canadiano a Washington.
O Canadá, os Estados Unidos e o México, signatários deste acordo denominado ACEUM, devem notificar, o mais tardar até 01 de julho, da sua vontade de rever ou desistir deste acordo, que entrou em vigor em 2020.
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, disse repetidamente que o acordo traz poucos benefícios para os Estados Unidos, agitando a ameaça de se retirar do ACEUM.
Trump não para de repetir que a economia americana não precisa do que o Canadá produz e chegou a afirmar no Fórum Económico Mundial de Davos que aquele país "vive graças aos Estados Unidos".
Na noite de segunda-feira passada, o presidente americano reiterou a sua ideia de fazer do Canadá o 51.º Estado americano na sua rede Truth Social após a entrada do país em recessão técnica na sexta-feira.
Apesar destas tensões, Jamieson Greer afirmou querer preservar certas partes do ACEUM.
O México, por sua vez, já iniciou uma ronda oficial de negociação com os Estados Unidos a 27 de maio, sem avanços notáveis até ao momento.