PIB cresceu 6,4% no primeiro trimestre de 2026 - INE
De acordo com o INE, o aumento foi impulsionado pelo consumo privado e pelo investimento, enquanto, do lado da produção, os maiores contributos vieram das actividades da pesca e aquacultura, comércio e reparação, actividades financeiras e de seguros, actividades imobiliárias, administração pública e educação.O crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2026 representa, contudo, um abrandamento de 0,9 pontos percentuais face ao quarto trimestre de 2025, período em que a economia tinha registado uma expansão homóloga de 7,3%. Pela óptica da produção, o Valor Acrescentado Bruto (VAB), a preços de base, cresceu igualmente 6,4%, em termos reais, menos 0,9 pontos percentuais do que no trimestre anterior.Entre os sectores de actividade, destacaram-se a pesca e aquacultura, o comércio e reparação, as actividades financeiras e de seguros, as actividades imobiliárias, a administração pública e a educação, que deram os maiores contributos para o crescimento do PIB. Os impostos líquidos de subsídios sobre os produtos aumentaram 6,6%, contribuindo com 1,0 ponto percentual para a variação total do PIB.Em sentido contrário, o ramo da agricultura voltou a apresentar um desempenho negativo. O VAB da agricultura diminuiu 5,9% no primeiro trimestre, embora a quebra tenha sido menos acentuada do que a registada no trimestre anterior, quando atingiu 24,0%. Este sector retirou 0,2 pontos percentuais ao crescimento do PIB.Os resultados revelaram também que a construção manteve uma evolução negativa, com uma redução de 3,2%, após ter recuado 7,2% no quarto trimestre de 2025, contribuindo negativamente em 0,1 pontos percentuais para a variação do PIB.Já as indústrias transformadoras cresceram 7,6%, contribuindo positivamente em 0,4 pontos percentuais para o crescimento do PIB, embora abaixo da taxa de 13,1% registada no trimestre anterior. O comércio apresentou um dos desempenhos mais expressivos entre os principais ramos de actividade, registando um crescimento de 7,3%, mais do dobro dos 3,3% observados no quarto trimestre de 2025, contribuindo com 0,7 pontos percentuais para o crescimento global.Os sectores dos transportes e armazenagem e do alojamento e restauração também registaram variações positivas. O primeiro cresceu 4,1%, contribuindo com 0,4 pontos percentuais para o PIB, enquanto o segundo aumentou 0,3%, com um contributo de 0,1 pontos percentuais. Pela óptica da despesa, o crescimento do PIB foi sustentado sobretudo pela evolução do consumo privado e do investimento. O consumo final aumentou 5,7%, ligeiramente abaixo dos 5,9% registados no trimestre anterior. O consumo privado cresceu 4,5%, acelerando face ao aumento de 1,8% observado no quarto trimestre de 2025.Já o consumo público registou um crescimento homólogo de 10,0%, embora inferior aos 18,7% verificados no trimestre precedente. O investimento foi a componente da procura interna que apresentou a maior aceleração, aumentando 15,9% em termos reais, muito acima da taxa de 5,9% registada no último trimestre de 2025.As exportações de bens e serviços cresceram 5,5% em volume no primeiro trimestre de 2026, ligeiramente abaixo dos 5,7% registados no trimestre anterior. O crescimento foi impulsionado pelas exportações de serviços, que aumentaram 9,7%, acima dos 6,8% observados no quarto trimestre de 2025. Em contrapartida, as exportações de bens registaram uma diminuição de 5,5%, depois de terem crescido 3,9% no trimestre anterior.De acordo com o INE, os dados das Contas Nacionais do primeiro trimestre de 2026 apontaram que as importações de bens e serviços aumentaram 6,9%, acelerando face ao crescimento de 3,8% observado no quarto trimestre de 2025. As importações de bens cresceram 5,7%, invertendo a redução de 0,8% registada no trimestre anterior, enquanto as importações de serviços aumentaram 11,4%, embora abaixo da taxa de 22,0% verificada no final de 2025
De acordo com o INE, o aumento foi impulsionado pelo consumo privado e pelo investimento, enquanto, do lado da produção, os maiores contributos vieram das actividades da pesca e aquacultura, comércio e reparação, actividades financeiras e de seguros, actividades imobiliárias, administração pública e educação.
O crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2026 representa, contudo, um abrandamento de 0,9 pontos percentuais face ao quarto trimestre de 2025, período em que a economia tinha registado uma expansão homóloga de 7,3%. Pela óptica da produção, o Valor Acrescentado Bruto (VAB), a preços de base, cresceu igualmente 6,4%, em termos reais, menos 0,9 pontos percentuais do que no trimestre anterior.
Entre os sectores de actividade, destacaram-se a pesca e aquacultura, o comércio e reparação, as actividades financeiras e de seguros, as actividades imobiliárias, a administração pública e a educação, que deram os maiores contributos para o crescimento do PIB. Os impostos líquidos de subsídios sobre os produtos aumentaram 6,6%, contribuindo com 1,0 ponto percentual para a variação total do PIB.
Em sentido contrário, o ramo da agricultura voltou a apresentar um desempenho negativo. O VAB da agricultura diminuiu 5,9% no primeiro trimestre, embora a quebra tenha sido menos acentuada do que a registada no trimestre anterior, quando atingiu 24,0%. Este sector retirou 0,2 pontos percentuais ao crescimento do PIB.
Os resultados revelaram também que a construção manteve uma evolução negativa, com uma redução de 3,2%, após ter recuado 7,2% no quarto trimestre de 2025, contribuindo negativamente em 0,1 pontos percentuais para a variação do PIB.
Já as indústrias transformadoras cresceram 7,6%, contribuindo positivamente em 0,4 pontos percentuais para o crescimento do PIB, embora abaixo da taxa de 13,1% registada no trimestre anterior. O comércio apresentou um dos desempenhos mais expressivos entre os principais ramos de actividade, registando um crescimento de 7,3%, mais do dobro dos 3,3% observados no quarto trimestre de 2025, contribuindo com 0,7 pontos percentuais para o crescimento global.
Os sectores dos transportes e armazenagem e do alojamento e restauração também registaram variações positivas. O primeiro cresceu 4,1%, contribuindo com 0,4 pontos percentuais para o PIB, enquanto o segundo aumentou 0,3%, com um contributo de 0,1 pontos percentuais. Pela óptica da despesa, o crescimento do PIB foi sustentado sobretudo pela evolução do consumo privado e do investimento. O consumo final aumentou 5,7%, ligeiramente abaixo dos 5,9% registados no trimestre anterior. O consumo privado cresceu 4,5%, acelerando face ao aumento de 1,8% observado no quarto trimestre de 2025.
Já o consumo público registou um crescimento homólogo de 10,0%, embora inferior aos 18,7% verificados no trimestre precedente. O investimento foi a componente da procura interna que apresentou a maior aceleração, aumentando 15,9% em termos reais, muito acima da taxa de 5,9% registada no último trimestre de 2025.
As exportações de bens e serviços cresceram 5,5% em volume no primeiro trimestre de 2026, ligeiramente abaixo dos 5,7% registados no trimestre anterior. O crescimento foi impulsionado pelas exportações de serviços, que aumentaram 9,7%, acima dos 6,8% observados no quarto trimestre de 2025. Em contrapartida, as exportações de bens registaram uma diminuição de 5,5%, depois de terem crescido 3,9% no trimestre anterior.
De acordo com o INE, os dados das Contas Nacionais do primeiro trimestre de 2026 apontaram que as importações de bens e serviços aumentaram 6,9%, acelerando face ao crescimento de 3,8% observado no quarto trimestre de 2025. As importações de bens cresceram 5,7%, invertendo a redução de 0,8% registada no trimestre anterior, enquanto as importações de serviços aumentaram 11,4%, embora abaixo da taxa de 22,0% verificada no final de 2025
