Banco de Cabo Verde aumenta coeficiente das disponibilidades mínimas de caixa

“A decisão enquadra-se num contexto externo marcado pelo aumento das pressões inflacionistas, perante o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente e a subida dos preços internacionais da energia”, informou.A decisão de aumentar o coeficiente das DMC a partir de 16 de julho “justifica-se pelo contexto de excesso estrutural de liquidez, contribuindo igualmente para o reforço da estabilidade do sistema financeiro nacional”.O coeficiente estava estacionado em 10% desde 2020, no âmbito das medidas extraordinárias adotadas para mitigar os impactos económicos da pandemia da covid-19.O banco central decidiu manter inalteradas as taxas de juro de referência — taxa diretora, facilidade permanente de cedência e de absorção de liquidez — nos 2,5%, 2,75% e 2,25%, respetivamente.No plano interno, “a economia cabo-verdiana continua a evoluir favoravelmente” e, “apesar de uma evolução menos favorável das contas externas, associada sobretudo ao aumento das importações, as reservas internacionais líquidas mantêm-se em níveis confortáveis, garantindo cerca de nove meses de importações previstas para 2026”, segundo o BCV.A próxima reunião do Comité de Política Monetária está agendada para 08 de setembro.

Banco de Cabo Verde aumenta coeficiente das disponibilidades mínimas de caixa

“A decisão enquadra-se num contexto externo marcado pelo aumento das pressões inflacionistas, perante o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente e a subida dos preços internacionais da energia”, informou.

A decisão de aumentar o coeficiente das DMC a partir de 16 de julho “justifica-se pelo contexto de excesso estrutural de liquidez, contribuindo igualmente para o reforço da estabilidade do sistema financeiro nacional”.

O coeficiente estava estacionado em 10% desde 2020, no âmbito das medidas extraordinárias adotadas para mitigar os impactos económicos da pandemia da covid-19.

O banco central decidiu manter inalteradas as taxas de juro de referência — taxa diretora, facilidade permanente de cedência e de absorção de liquidez — nos 2,5%, 2,75% e 2,25%, respetivamente.

No plano interno, “a economia cabo-verdiana continua a evoluir favoravelmente” e, “apesar de uma evolução menos favorável das contas externas, associada sobretudo ao aumento das importações, as reservas internacionais líquidas mantêm-se em níveis confortáveis, garantindo cerca de nove meses de importações previstas para 2026”, segundo o BCV.

A próxima reunião do Comité de Política Monetária está agendada para 08 de setembro.