Coreia do Sul vai rever posição sobre operações dos EUA no Estreito de Ormuz
Sem se comprometer com uma eventual mudança, o ministério sul-coreano da Defesa indicou que pretende "reexaminar cuidadosamente a sua posição".Seul tenciona definir a sua posição tendo em conta o direito internacional, a segurança das rotas marítimas internacionais, a sua aliança com os Estados Unidos e a situação de segurança na península coreana, precisou o ministério sul-coreano.O Governo sul-coreano recordou, por outro lado, que "participa ativamente nas discussões internacionais sobre a cooperação destinada a garantir uma passagem segura pelo estreito de Ormuz".O navio sul-coreano atingido na segunda-feira, o HMM Namu, é um cargueiro polivalente com cerca de 180 metros, com pavilhão panamiano, de acordo com dados do portal MarineTraffic.Todos os 24 membros da tripulação a bordo, incluindo seis sul-coreanos, estão sãos e salvos, precisou hoje o ministério sul-coreano dos Negócios Estrangeiros, e o incêndio está "completamente extinto".Desde a ofensiva israelo-americana de 28 de fevereiro, o Irão bloqueia o Estreito de Ormuz, por onde normalmente transita um quinto da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito.O Presidente norte-americano, Donald Trump, reagiu ao incidente, considerando que este deveria incentivar a Coreia do Sul a juntar-se aos esforços norte-americanos para escoltar os navios bloqueados no estreito.Tal como muitas economias asiáticas, a Coreia do Sul depende fortemente das importações de combustível provenientes do Médio Oriente.
Sem se comprometer com uma eventual mudança, o ministério sul-coreano da Defesa indicou que pretende "reexaminar cuidadosamente a sua posição".
Seul tenciona definir a sua posição tendo em conta o direito internacional, a segurança das rotas marítimas internacionais, a sua aliança com os Estados Unidos e a situação de segurança na península coreana, precisou o ministério sul-coreano.
O Governo sul-coreano recordou, por outro lado, que "participa ativamente nas discussões internacionais sobre a cooperação destinada a garantir uma passagem segura pelo estreito de Ormuz".
O navio sul-coreano atingido na segunda-feira, o HMM Namu, é um cargueiro polivalente com cerca de 180 metros, com pavilhão panamiano, de acordo com dados do portal MarineTraffic.
Todos os 24 membros da tripulação a bordo, incluindo seis sul-coreanos, estão sãos e salvos, precisou hoje o ministério sul-coreano dos Negócios Estrangeiros, e o incêndio está "completamente extinto".
Desde a ofensiva israelo-americana de 28 de fevereiro, o Irão bloqueia o Estreito de Ormuz, por onde normalmente transita um quinto da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, reagiu ao incidente, considerando que este deveria incentivar a Coreia do Sul a juntar-se aos esforços norte-americanos para escoltar os navios bloqueados no estreito.
Tal como muitas economias asiáticas, a Coreia do Sul depende fortemente das importações de combustível provenientes do Médio Oriente.