Dona Tututa regressa ao mar amanhã após sete meses de docagem

Segundo o responsável, a intervenção teve início a 3 de Outubro de 2025 e deveria durar cerca de 60 dias, mas acabou por se prolongar por mais cinco meses devido a incidentes detectados durante inspeções técnicas.“Foi possível terminar o período de certificação junto da entidade classificadora internacional, que validou todas as condições de segurança e dos sistemas de bordo, dando o navio como pronto e seguro para navegar”, afirmou.Após esta validação internacional, o processo seguiu para as autoridades nacionais, nomeadamente o Instituto Marítimo Portuário (IMP), que também concluiu as inspeções e emitiu o despacho de prontidão. O navio foi, assim, oficialmente autorizado a regressar à operação.Com o regresso do Dona Tututa, a partir de amanhã, a embarcação irá substituir o navio Liberdade no modelo operacional contratualizado pelo Governo, assegurando as ligações marítimas inter-ilhas.Durante o período de inactividade, a operação foi assegurada por outros navios da frota, permitindo manter o serviço regular. De acordo com o administrador, foram realizadas entre 62 e 68 viagens semanais, com reforços em períodos de maior procura, como o Natal, Carnaval e festas municipais.Para além das intervenções de manutenção obrigatórias, o navio beneficiou de um investimento adicional de cerca de 50 mil contos, aprovado pelos accionistas da concessionária, dos quais 49% são cabo-verdianos. Este montante foi aplicado na modernização de sistemas técnicos, incluindo melhorias no comando e controlo de motores, automação e sistemas de alarme e sensores.“O Dona Tututa é um navio muito robusto e adequado às nossas águas. As pessoas vão ficar satisfeitas com o seu regresso”, sublinhou Fernando Braz de Oliveira.

Dona Tututa regressa ao mar amanhã após sete meses de docagem

Segundo o responsável, a intervenção teve início a 3 de Outubro de 2025 e deveria durar cerca de 60 dias, mas acabou por se prolongar por mais cinco meses devido a incidentes detectados durante inspeções técnicas.

“Foi possível terminar o período de certificação junto da entidade classificadora internacional, que validou todas as condições de segurança e dos sistemas de bordo, dando o navio como pronto e seguro para navegar”, afirmou.

Após esta validação internacional, o processo seguiu para as autoridades nacionais, nomeadamente o Instituto Marítimo Portuário (IMP), que também concluiu as inspeções e emitiu o despacho de prontidão.

O navio foi, assim, oficialmente autorizado a regressar à operação.

Com o regresso do Dona Tututa, a partir de amanhã, a embarcação irá substituir o navio Liberdade no modelo operacional contratualizado pelo Governo, assegurando as ligações marítimas inter-ilhas.

Durante o período de inactividade, a operação foi assegurada por outros navios da frota, permitindo manter o serviço regular.

De acordo com o administrador, foram realizadas entre 62 e 68 viagens semanais, com reforços em períodos de maior procura, como o Natal, Carnaval e festas municipais.

Para além das intervenções de manutenção obrigatórias, o navio beneficiou de um investimento adicional de cerca de 50 mil contos, aprovado pelos accionistas da concessionária, dos quais 49% são cabo-verdianos.

Este montante foi aplicado na modernização de sistemas técnicos, incluindo melhorias no comando e controlo de motores, automação e sistemas de alarme e sensores.

“O Dona Tututa é um navio muito robusto e adequado às nossas águas. As pessoas vão ficar satisfeitas com o seu regresso”, sublinhou Fernando Braz de Oliveira.