Fadistas portugueses felizes por estarem em Cabo Verde
Numa conferência de imprensa realizada esta quarta-feira, 17, pela organização do evento, os fadistas manifestaram a sua satisfação por estarem em Cabo Verde e mostraram-se ansiosos pelos concertos.Segundo o director do festival, Frederico Carmo, o facto de terem sido recebidos com casa cheia logo na primeira edição foi algo que os deixou muito satisfeitos.Frederico Carmo afirmou que o objectivo é conquistar novos públicos e dar a conhecer melhor o Fado.“Esta vertente do Festival é interessante porque todos os anos temos um tema diferente. Ou seja, quando trazemos o festival, trazemos também uma nova dinâmica”, explicou.Beatriz FelícioA fadista portuguesa Beatriz Felício, que está em Cabo Verde para actuar na quinta-feira, 18, na segunda edição do Festival do Fado, disse estar muito feliz por visitar o país.A artista encontra-se em Cabo Verde pela primeira vez, a convite da organização do Festival do Fado, um evento que está presente em 21 cidades do mundo.“Estou muito feliz por poder estar em Cabo Verde. É um sítio que queria muito conhecer”, destacou.Segundo a fadista, quando soube que iria cantar em Cabo Verde no Festival do Fado, ficou muito contente.“Vir a Cabo Verde para mim é um sonho. Há muito tempo que gostava de vir aqui e, sobretudo, de cantar e trazer o meu fado, aquilo que são as minhas raízes e a minha cultura musical”, sublinhou.Beatriz Felício contou que cresceu no bairro da Damaia, em Lisboa, rodeada de muitos artistas e músicos cabo-verdianos.“Estou muito feliz e ansiosa para o concerto. Quero muito ver a reacção do público”, afirmou.A fadista revelou ainda que preparou um concerto especial para Cabo Verde, no qual irá interpretar um tema que lhe é particularmente querido, acompanhado pela guitarra portuguesa.Além disso, adiantou que irá cantar temas de compositores que participaram no seu primeiro disco homónimo, “Beatriz Felício”, produzido em parceria com o Museu do Fado.A artista afirmou também que gostaria, no futuro, de realizar uma colaboração com um artista cabo-verdiano.“É algo que me é intrínseco, porque cresci com muitos rappers cabo-verdianos na Damaia, que cantavam em crioulo, e cresci a ouvir rap crioulo. Gostava de fazer algum tema com um deles ou com um artista cabo-verdiano conhecido, para podermos juntar influências e criar algo interessante”, revelou.Rodrigo Costa FélixO fadista português Rodrigo Costa Félix também está em Cabo Verde pela primeira vez e afirmou que é uma enorme felicidade estar no país.Rodrigo Costa Félix realizará uma conferência-concerto na sexta-feira, 19, no Centro Cultural Português, na Cidade da Praia.Segundo o fadista, durante a conferência cantada procurará aprofundar a relação entre o Fado e os bairros tradicionais de Lisboa.“Pontualmente, irei também interpretar temas que se enquadram nesta temática. Acho que é uma felicidade enorme estarmos num país que valoriza, aprecia e promove tanto aquilo que é a música tradicional”, frisou.O fadista destacou que tem procurado mostrar um pouco da tradição do Fado e da sua importância a nível cultural e social em todos os locais por onde o festival tem passado.“No fundo, a temática deste ano aprofunda esta ligação social do Fado, talvez até mais do que a cultural, permitindo perceber a importância que esta expressão musical tem na vivência diária das pessoas de Lisboa e, por inerência, do resto do país”, explicou.
Numa conferência de imprensa realizada esta quarta-feira, 17, pela organização do evento, os fadistas manifestaram a sua satisfação por estarem em Cabo Verde e mostraram-se ansiosos pelos concertos.
Segundo o director do festival, Frederico Carmo, o facto de terem sido recebidos com casa cheia logo na primeira edição foi algo que os deixou muito satisfeitos.
Frederico Carmo afirmou que o objectivo é conquistar novos públicos e dar a conhecer melhor o Fado.
“Esta vertente do Festival é interessante porque todos os anos temos um tema diferente. Ou seja, quando trazemos o festival, trazemos também uma nova dinâmica”, explicou.
Beatriz Felício
A fadista portuguesa Beatriz Felício, que está em Cabo Verde para actuar na quinta-feira, 18, na segunda edição do Festival do Fado, disse estar muito feliz por visitar o país.
A artista encontra-se em Cabo Verde pela primeira vez, a convite da organização do Festival do Fado, um evento que está presente em 21 cidades do mundo.
“Estou muito feliz por poder estar em Cabo Verde. É um sítio que queria muito conhecer”, destacou.
Segundo a fadista, quando soube que iria cantar em Cabo Verde no Festival do Fado, ficou muito contente.
“Vir a Cabo Verde para mim é um sonho. Há muito tempo que gostava de vir aqui e, sobretudo, de cantar e trazer o meu fado, aquilo que são as minhas raízes e a minha cultura musical”, sublinhou.
Beatriz Felício contou que cresceu no bairro da Damaia, em Lisboa, rodeada de muitos artistas e músicos cabo-verdianos.
“Estou muito feliz e ansiosa para o concerto. Quero muito ver a reacção do público”, afirmou.
A fadista revelou ainda que preparou um concerto especial para Cabo Verde, no qual irá interpretar um tema que lhe é particularmente querido, acompanhado pela guitarra portuguesa.
Além disso, adiantou que irá cantar temas de compositores que participaram no seu primeiro disco homónimo, “Beatriz Felício”, produzido em parceria com o Museu do Fado.
A artista afirmou também que gostaria, no futuro, de realizar uma colaboração com um artista cabo-verdiano.
“É algo que me é intrínseco, porque cresci com muitos rappers cabo-verdianos na Damaia, que cantavam em crioulo, e cresci a ouvir rap crioulo. Gostava de fazer algum tema com um deles ou com um artista cabo-verdiano conhecido, para podermos juntar influências e criar algo interessante”, revelou.
Rodrigo Costa Félix
O fadista português Rodrigo Costa Félix também está em Cabo Verde pela primeira vez e afirmou que é uma enorme felicidade estar no país.
Rodrigo Costa Félix realizará uma conferência-concerto na sexta-feira, 19, no Centro Cultural Português, na Cidade da Praia.
Segundo o fadista, durante a conferência cantada procurará aprofundar a relação entre o Fado e os bairros tradicionais de Lisboa.
“Pontualmente, irei também interpretar temas que se enquadram nesta temática. Acho que é uma felicidade enorme estarmos num país que valoriza, aprecia e promove tanto aquilo que é a música tradicional”, frisou.
O fadista destacou que tem procurado mostrar um pouco da tradição do Fado e da sua importância a nível cultural e social em todos os locais por onde o festival tem passado.
“No fundo, a temática deste ano aprofunda esta ligação social do Fado, talvez até mais do que a cultural, permitindo perceber a importância que esta expressão musical tem na vivência diária das pessoas de Lisboa e, por inerência, do resto do país”, explicou.