​SCM presta homenagem aos fazedores de batuque

Numa mensagem alusiva a data, a SCM destaca que nesta data de elevado significado para a identidade nacional, presta um reconhecimento especial aos fazedores de batuque que, ao longo de gerações, têm preservado uma tradição que hoje constitui um dos mais importantes símbolos da cultura cabo-verdiana, projetando-a além-fronteiras e reforçando o seu valor artístico e patrimonial.A SCM aponta, igualmente, a inestimável contribuição da sua prestigiada associada, Nha Nácia Gomi, figura incontornável da história do Batuco, cuja trajetória artística continua a inspirar novas gerações.Para a SCM, a instituição do Dia Nacional do Batuco constitui também uma justa homenagem ao seu legado e ao de tantas mulheres que fizeram desta manifestação cultural um símbolo de resistência, identidade e afirmação cultural.A SCM realça que o Dia Nacional do Batuque foi instituído com o propósito de promover, valorizar e salvaguardar este género musical tradicional cabo-verdiano, profundamente enraizado na ilha de Santiago e historicamente protagonizado pelas mulheres, combinando de forma singular a percussão, o canto e a dança como expressão da memória e da identidade.“Enquanto um dos mais antigos gêneros do musical nacional, o Batuque representa um património vivo que continua a afirmar-se como elemento essencial da cultura cabo-verdiana. A sua riqueza artística, a força do seu ritmo e a autenticidade das suas mensagens conquistam públicos dentro e fora do país, contribuindo para a preservação e promoção da música tradicional cabo-verdiana no panorama nacional e internacional”, realça.Neste sentido, a Sociedade Cabo-verdiana de Música rende igualmente homenagem a todos os autores, compositores, intérpretes, grupos e comunidades que, com dedicação e orgulho, mantêm viva esta herança cultural, reforçando o papel do Batuque como um dos pilares da identidade musical de Cabo Verde.Por outro lado, a Sociedade Cabo-verdiana de Música reafirma o seu compromisso com a valorização, protecção e promoção da música cabo-verdiana, reconhecendo no Batuque um património de todos os cabo-verdianos e um legado que importa preservar e transmitir às futuras gerações.

​SCM presta homenagem aos fazedores de batuque

Numa mensagem alusiva a data, a SCM destaca que nesta data de elevado significado para a identidade nacional, presta um reconhecimento especial aos fazedores de batuque que, ao longo de gerações, têm preservado uma tradição que hoje constitui um dos mais importantes símbolos da cultura cabo-verdiana, projetando-a além-fronteiras e reforçando o seu valor artístico e patrimonial.

A SCM aponta, igualmente, a inestimável contribuição da sua prestigiada associada, Nha Nácia Gomi, figura incontornável da história do Batuco, cuja trajetória artística continua a inspirar novas gerações.

Para a SCM, a instituição do Dia Nacional do Batuco constitui também uma justa homenagem ao seu legado e ao de tantas mulheres que fizeram desta manifestação cultural um símbolo de resistência, identidade e afirmação cultural.

A SCM realça que o Dia Nacional do Batuque foi instituído com o propósito de promover, valorizar e salvaguardar este género musical tradicional cabo-verdiano, profundamente enraizado na ilha de Santiago e historicamente protagonizado pelas mulheres, combinando de forma singular a percussão, o canto e a dança como expressão da memória e da identidade.

“Enquanto um dos mais antigos gêneros do musical nacional, o Batuque representa um património vivo que continua a afirmar-se como elemento essencial da cultura cabo-verdiana. A sua riqueza artística, a força do seu ritmo e a autenticidade das suas mensagens conquistam públicos dentro e fora do país, contribuindo para a preservação e promoção da música tradicional cabo-verdiana no panorama nacional e internacional”, realça.

Neste sentido, a Sociedade Cabo-verdiana de Música rende igualmente homenagem a todos os autores, compositores, intérpretes, grupos e comunidades que, com dedicação e orgulho, mantêm viva esta herança cultural, reforçando o papel do Batuque como um dos pilares da identidade musical de Cabo Verde.

Por outro lado, a Sociedade Cabo-verdiana de Música reafirma o seu compromisso com a valorização, protecção e promoção da música cabo-verdiana, reconhecendo no Batuque um património de todos os cabo-verdianos e um legado que importa preservar e transmitir às futuras gerações.