EUA defende intimações judiciais a jornalistas para obter documentos

Apesar de não mencionar um meio em particular, as declarações de Todd Blanche ocorrem um dia depois de o Wall Street Journal (WSJ) revelar que tinha recebido tais ordens da parte de um júri federal, a exigir a divulgação dos arquivos dos seus jornalistas que cobriram temas sensíveis ligados à segurança nacional, como a guerra ao Irão.Donald Trump, por seu lado, sem mencionar um meio em particular, tem atacado a cobertura feita pela comunicação social."Levar à justiça os autores de fugas que partilham os segredos da nossa nação com jornalistas -- colocando assim em perigo a nossa segurança nacional e a vida dos nossos soldados -- constitui uma prioridade para o governo", escreveu Todd Blanche nas redes sociais.Segundo o WSJ, o Departamento da Justiça está a fazer uma "ofensiva agressiva" para identificar as fugas para os meios, designadamente no período relativo ao início do ataque ao Irão.Segundo o WSJ, Trump entregou a Blanche -- seu antigo advogado pessoal -- uma pilha de artigos e reportagens que considerou prejudiciais à segurança nacional, acompanhada de um 'post-it' com a inscrição "traição".O diretor da comunicação da 'holding' do WSJ, a Dow Jones, WSJ, Ashok Sinha, já reagiu: "Opomo-nos com vigor a stea tentativa de abafar e intimidar um trabalho jornalístico essencial",Em 2025, este Departamento revogou uma política da Presidência Biden, destinada a reforçar a proteção dos jornalistas, designadamente limitando estritamente o recurso ao procedimento agora em causa e dispensando-os, na maior parte dos casos, de revelar as suas fontes.Foto: depositphotos 

EUA defende intimações judiciais a jornalistas para obter documentos

Apesar de não mencionar um meio em particular, as declarações de Todd Blanche ocorrem um dia depois de o Wall Street Journal (WSJ) revelar que tinha recebido tais ordens da parte de um júri federal, a exigir a divulgação dos arquivos dos seus jornalistas que cobriram temas sensíveis ligados à segurança nacional, como a guerra ao Irão.

Donald Trump, por seu lado, sem mencionar um meio em particular, tem atacado a cobertura feita pela comunicação social.

"Levar à justiça os autores de fugas que partilham os segredos da nossa nação com jornalistas -- colocando assim em perigo a nossa segurança nacional e a vida dos nossos soldados -- constitui uma prioridade para o governo", escreveu Todd Blanche nas redes sociais.

Segundo o WSJ, o Departamento da Justiça está a fazer uma "ofensiva agressiva" para identificar as fugas para os meios, designadamente no período relativo ao início do ataque ao Irão.

Segundo o WSJ, Trump entregou a Blanche -- seu antigo advogado pessoal -- uma pilha de artigos e reportagens que considerou prejudiciais à segurança nacional, acompanhada de um 'post-it' com a inscrição "traição".

O diretor da comunicação da 'holding' do WSJ, a Dow Jones, WSJ, Ashok Sinha, já reagiu: "Opomo-nos com vigor a stea tentativa de abafar e intimidar um trabalho jornalístico essencial",

Em 2025, este Departamento revogou uma política da Presidência Biden, destinada a reforçar a proteção dos jornalistas, designadamente limitando estritamente o recurso ao procedimento agora em causa e dispensando-os, na maior parte dos casos, de revelar as suas fontes.

Foto: depositphotos