“Michael” faz história no Brasil e se torna a maior bilheteria da Universal Pictures no país
Mais de 15 anos após sua morte, Michael Jackson continua provando que seu impacto cultural atravessa gerações. A cinebiografia “Michael”, que retrata a trajetória do Rei do Pop, acaba de alcançar um feito histórico nos cinemas brasileiros: tornou-se o maior lançamento da história da Universal Pictures no Brasil, superando franquias consagradas e alguns dos maiores […] O conteúdo “Michael” faz história no Brasil e se torna a maior bilheteria da Universal Pictures no país aparece primeiro em Revista Raça Brasil.
Mais de 15 anos após sua morte, Michael Jackson continua provando que seu impacto cultural atravessa gerações. A cinebiografia “Michael”, que retrata a trajetória do Rei do Pop, acaba de alcançar um feito histórico nos cinemas brasileiros: tornou-se o maior lançamento da história da Universal Pictures no Brasil, superando franquias consagradas e alguns dos maiores sucessos já distribuídos pelo estúdio. Com mais de 6,8 milhões de espectadores e arrecadação superior a R$ 155 milhões, o filme ultrapassou marcas que pertenciam a produções como “Meu Malvado Favorito 4” e “Velozes e Furiosos 7”.
O desempenho impressionante demonstra algo que os números da indústria cultural já apontam há décadas: Michael Jackson permanece como um dos artistas mais influentes da história da música mundial. Mesmo entre jovens que nasceram anos após sua morte, sua obra continua sendo descoberta através das plataformas digitais, das redes sociais e agora também do cinema.
Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, o longa acompanha a trajetória do artista desde os tempos do Jackson 5 até sua consolidação como o maior astro pop do planeta. A produção mergulha na construção de um fenômeno cultural que redefiniu os limites da música, da dança, dos videoclipes e da própria indústria do entretenimento.
Para além dos recordes, o sucesso de “Michael” também chama atenção por outro aspecto: a permanência de um ícone negro no centro da cultura global. Em uma indústria historicamente marcada por desigualdades raciais, Michael Jackson foi um dos primeiros artistas negros a romper barreiras consideradas intransponíveis. Sua presença na MTV nos anos 1980 ajudou a abrir espaço para gerações de artistas negros que vieram depois, enquanto álbuns como “Thriller”, “Bad” e “Dangerous” redefiniram os padrões do mercado musical.
Não por acaso, a cinebiografia tem mobilizado públicos de diferentes idades. Muitos espectadores retornam aos cinemas movidos pela nostalgia. Outros estão conhecendo pela primeira vez a dimensão artística de um homem que transformou a música em espetáculo global. O resultado é um fenômeno raro: um filme biográfico capaz de unir diferentes gerações em torno de uma mesma história.
O sucesso brasileiro acompanha uma trajetória igualmente impressionante no mercado internacional. A produção já ultrapassou a marca de US$ 700 milhões em bilheteria mundial e figura entre os maiores sucessos cinematográficos de 2026.
Mais do que uma vitória comercial, o desempenho de “Michael” reafirma a força de um legado que permanece vivo. Afinal, poucos artistas conseguiram influenciar tantas áreas da cultura ao mesmo tempo quanto Michael Jackson. Décadas depois de revolucionar a música mundial, ele continua lotando estádios imaginários, dominando playlists e agora quebrando recordes nas salas de cinema.
Porque alguns artistas fazem sucesso em seu tempo. Michael Jackson se tornou parte da história.
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