Presidente da República apela ao “voto massivo” e enaltece maturidade democrática do país
Numa mensagem centrada no dever cívico e na coesão nacional, José Maria Neves apelou a uma participação expressiva nas urnas, tanto nas ilhas como na diáspora, classificando a abstenção como um “factor de fragilização” do sistema democrático."Neste domingo, exorto todos os cidadãos, nas ilhas e na diáspora, a uma grande participação no acto eleitoral. A abstenção fragiliza a democracia, o voto exprime a nossa liberdade de escolha e fortalece-a. Se não exercermos o nosso direito de voto, alguém decidirá por nós, e isso significa abdicar da nossa voz e da nossa responsabilidade. O voto é um dever cívico que não pode ser negligenciado", sublinhou.O Chefe de Estado elogiou o ambiente de serenidade, diálogo e maturidade que caracterizou o debate político, sublinhando que o país quase não registou incidentes que pudessem beliscar o processo.Com a abertura das urnas iminente, o Presidente da República lembrou que o período de debate terminou, dando lugar ao tempo da decisão individual e da consciência."O voto é livre e nenhum eleitor deve ser coagido ou pressionado. Estamos perante mais uma eleição, e não perante uma batalha que divide o país. O voto é um acto individual, íntimo e soberano, que deve ser exercido com serenidade e com sentido de responsabilidade. Só o voto livre de cada cidadão pode contribuir para a construção do futuro coletivo”,defendeu.O Chefe de Estado enalteceu ainda o trabalho da Comissão Nacional de Eleições (CNE) no desenvolvimento de mecanismos que assegurem que as pessoas portadoras de deficiência possam exercer plenamente o direito de voto.“Devo realçar os esforços da Comissão Nacional de Eleições e de outras autoridades no sentido de serem garantidas todas as condições para que os cidadãos portadores de alguma condição especial possam exercer em pleno o seu direito de voto. A democracia só é plena quando é inclusiva, e só é justa quando garante igualdade de acesso a todos”, concluiu.José Maria Neves recorda que a maturidade política é a marca identitária de Cabo Verde, apontando que o processo democrático não termina no fecho das urnas, mas sim “na capacidade de o país se manter unido na diversidade após o apuramento dos votos”.
Numa mensagem centrada no dever cívico e na coesão nacional, José Maria Neves apelou a uma participação expressiva nas urnas, tanto nas ilhas como na diáspora, classificando a abstenção como um “factor de fragilização” do sistema democrático.
"Neste domingo, exorto todos os cidadãos, nas ilhas e na diáspora, a uma grande participação no acto eleitoral. A abstenção fragiliza a democracia, o voto exprime a nossa liberdade de escolha e fortalece-a. Se não exercermos o nosso direito de voto, alguém decidirá por nós, e isso significa abdicar da nossa voz e da nossa responsabilidade. O voto é um dever cívico que não pode ser negligenciado", sublinhou.
O Chefe de Estado elogiou o ambiente de serenidade, diálogo e maturidade que caracterizou o debate político, sublinhando que o país quase não registou incidentes que pudessem beliscar o processo.
Com a abertura das urnas iminente, o Presidente da República lembrou que o período de debate terminou, dando lugar ao tempo da decisão individual e da consciência.
"O voto é livre e nenhum eleitor deve ser coagido ou pressionado. Estamos perante mais uma eleição, e não perante uma batalha que divide o país. O voto é um acto individual, íntimo e soberano, que deve ser exercido com serenidade e com sentido de responsabilidade. Só o voto livre de cada cidadão pode contribuir para a construção do futuro coletivo”,defendeu.
O Chefe de Estado enalteceu ainda o trabalho da Comissão Nacional de Eleições (CNE) no desenvolvimento de mecanismos que assegurem que as pessoas portadoras de deficiência possam exercer plenamente o direito de voto.
“Devo realçar os esforços da Comissão Nacional de Eleições e de outras autoridades no sentido de serem garantidas todas as condições para que os cidadãos portadores de alguma condição especial possam exercer em pleno o seu direito de voto. A democracia só é plena quando é inclusiva, e só é justa quando garante igualdade de acesso a todos”, concluiu.
José Maria Neves recorda que a maturidade política é a marca identitária de Cabo Verde, apontando que o processo democrático não termina no fecho das urnas, mas sim “na capacidade de o país se manter unido na diversidade após o apuramento dos votos”.