Ilha Brava: “Danos do abalo sísmico de 29 de Abril são irrisórios”
À Inforpress, a mesma fonte indicou que se encontra no terreno com a sua equipa, acompanhando de perto a situação após o sismo de magnitude 4.1 na escala de Richter, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG).Desde então, técnicos têm realizado visitas em todas as localidades da ilha para avaliar perdas e danos, “sem registo de ocorrências significativas” até ao momento.Jeremias Cabral precisou que, além das inspeções, as equipas estão a manter contacto direto com as populações em várias zonas, sobretudo devido ao abalo principal ter sido seguido por algumas réplicas.De acordo com a última actualização do INMG, a actividade sísmica tem vindo a diminuir, com o epicentro estabilizado, indicando uma tendência de regresso à normalidade.Apesar do cenário de relativa tranquilidade, a Proteção Civil vai continuar o trabalho no terreno, com foco especial na sensibilização da população. “Durante esta semana, as ações estarão centradas nas escolas, envolvendo alunos e professores, com orientações sobre medidas de autoproteção antes, durante e após um eventual novo sismo”, concretizou Jeremias Cabral.Entre as recomendações, destaca-se a importância de, durante um abalo, a população “abaixar-se e proteger-se”, preferencialmente numa ombreira de porta ou debaixo de uma mesa, evitando sair a correr, devido ao risco de queda de estruturas. “Após o sismo, deve-se sair com calma para um local seguro e aguardar instruções das autoridades”, aconselhou.O responsável sublinhou ainda que não existe, até ao momento, capacidade científica para prever com exatidão a ocorrência de sismos de grande magnitude, apelando à adoção de medidas preventivas com base na informação disponível.Alertou também para o risco de queda de pedras em zonas mais rochosas, fenómeno já registado na ilha, que causou obstrução temporária de algumas vias, entretanto desobstruídas sem consequências graves.Por fim, apelou à população para evitar a disseminação de informações não confirmadas nas redes sociais, destacando a importância de recorrer a fontes oficiais, como as autarquias locais, para obter informações credíveis.O abalo sísmico gerou momentos de apreensão entre os residentes da ilha Brava, mas não há, até ao momento, registo de vítimas nem de danos materiais relevantes.
À Inforpress, a mesma fonte indicou que se encontra no terreno com a sua equipa, acompanhando de perto a situação após o sismo de magnitude 4.1 na escala de Richter, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG).
Desde então, técnicos têm realizado visitas em todas as localidades da ilha para avaliar perdas e danos, “sem registo de ocorrências significativas” até ao momento.
Jeremias Cabral precisou que, além das inspeções, as equipas estão a manter contacto direto com as populações em várias zonas, sobretudo devido ao abalo principal ter sido seguido por algumas réplicas.
De acordo com a última actualização do INMG, a actividade sísmica tem vindo a diminuir, com o epicentro estabilizado, indicando uma tendência de regresso à normalidade.
Apesar do cenário de relativa tranquilidade, a Proteção Civil vai continuar o trabalho no terreno, com foco especial na sensibilização da população.
“Durante esta semana, as ações estarão centradas nas escolas, envolvendo alunos e professores, com orientações sobre medidas de autoproteção antes, durante e após um eventual novo sismo”, concretizou Jeremias Cabral.
Entre as recomendações, destaca-se a importância de, durante um abalo, a população “abaixar-se e proteger-se”, preferencialmente numa ombreira de porta ou debaixo de uma mesa, evitando sair a correr, devido ao risco de queda de estruturas.
“Após o sismo, deve-se sair com calma para um local seguro e aguardar instruções das autoridades”, aconselhou.
O responsável sublinhou ainda que não existe, até ao momento, capacidade científica para prever com exatidão a ocorrência de sismos de grande magnitude, apelando à adoção de medidas preventivas com base na informação disponível.
Alertou também para o risco de queda de pedras em zonas mais rochosas, fenómeno já registado na ilha, que causou obstrução temporária de algumas vias, entretanto desobstruídas sem consequências graves.
Por fim, apelou à população para evitar a disseminação de informações não confirmadas nas redes sociais, destacando a importância de recorrer a fontes oficiais, como as autarquias locais, para obter informações credíveis.
O abalo sísmico gerou momentos de apreensão entre os residentes da ilha Brava, mas não há, até ao momento, registo de vítimas nem de danos materiais relevantes.