Ministério da Saúde prevê iniciar colocação de próteses da coxa no país em curto espaço de tempo
Medida anunciada durante a apreciação do Programa do Governo, no Parlamento.“Vamos ter, num curto espaço de tempo, a introdução da colocação de prótese de coxa no país. Como sabemos, temos anualmente evacuado mais de 60 pessoas para a colocação de prótese fora do país”, anunciou.O ministro explicou que a realização deste procedimento no país é possível, mas depende da aquisição das próteses pelo Estado. “É possível colocar porque o Estado não compra as próteses para serem colocadas aqui”, declarou.Além da colocação de próteses da coxa, Lúcio Fernandes anunciou a criação de outros serviços especializados no país, como a hemodinâmica e, a médio e longo prazo, a radioterapia, permitindo que doentes com patologias oncológicas possam ser tratados em território nacional.“Vamos introduzir o serviço de hemodinâmica no país e, a médio e longo prazo, vamos ter radioterapia também no país, de forma a que as pessoas com doenças oncológicas possam ser tratadas aqui em Cabo Verde”, afirmou.O reforço das valências hospitalares regionais é outra das apostas anunciadas pelo ministro, com a disponibilização de serviços como TAC, endoscopia e mamografia, com o objectivo de diminuir as evacuações interilhas.Lúcio Fernandes apresentou ainda outras prioridades para a saúde, nomeadamente o reforço dos cuidados primários, a melhoria do acesso aos medicamentos, a transformação digital dos serviços e o investimento na formação dos profissionais de saúde.“Não existe um sistema forte sem profissionais qualificados, motivados e capacitados”, apontou.Também defendeu a aposta na formação de médicos, enfermeiros, técnicos de farmácia e técnicos responsáveis pela manutenção dos equipamentos médicos.Segundo o ministro, a formação médica especializada deverá avançar no país, numa tentativa de responder à falta de médicos especialistas, considerada uma das principais limitações do Sistema Nacional de Saúde.“Vamos introduzir a formação médica especializada no país, onde temos o maior handicap, que são os médicos especialistas”, disse.
Medida anunciada durante a apreciação do Programa do Governo, no Parlamento.
“Vamos ter, num curto espaço de tempo, a introdução da colocação de prótese de coxa no país. Como sabemos, temos anualmente evacuado mais de 60 pessoas para a colocação de prótese fora do país”, anunciou.
O ministro explicou que a realização deste procedimento no país é possível, mas depende da aquisição das próteses pelo Estado.
“É possível colocar porque o Estado não compra as próteses para serem colocadas aqui”, declarou.
Além da colocação de próteses da coxa, Lúcio Fernandes anunciou a criação de outros serviços especializados no país, como a hemodinâmica e, a médio e longo prazo, a radioterapia, permitindo que doentes com patologias oncológicas possam ser tratados em território nacional.
“Vamos introduzir o serviço de hemodinâmica no país e, a médio e longo prazo, vamos ter radioterapia também no país, de forma a que as pessoas com doenças oncológicas possam ser tratadas aqui em Cabo Verde”, afirmou.
O reforço das valências hospitalares regionais é outra das apostas anunciadas pelo ministro, com a disponibilização de serviços como TAC, endoscopia e mamografia, com o objectivo de diminuir as evacuações interilhas.
Lúcio Fernandes apresentou ainda outras prioridades para a saúde, nomeadamente o reforço dos cuidados primários, a melhoria do acesso aos medicamentos, a transformação digital dos serviços e o investimento na formação dos profissionais de saúde.
“Não existe um sistema forte sem profissionais qualificados, motivados e capacitados”, apontou.
Também defendeu a aposta na formação de médicos, enfermeiros, técnicos de farmácia e técnicos responsáveis pela manutenção dos equipamentos médicos.
Segundo o ministro, a formação médica especializada deverá avançar no país, numa tentativa de responder à falta de médicos especialistas, considerada uma das principais limitações do Sistema Nacional de Saúde.
“Vamos introduzir a formação médica especializada no país, onde temos o maior handicap, que são os médicos especialistas”, disse.
