​CV Interilhas atribui constrangimentos no transporte de cargas a factores externos

A empresa explica que este esclarecimento surge na sequência das notícias recentemente publicadas sobre o transporte marítimo de mercadorias entre as ilhas.Numa nota enviada, a CV Interilhas indicou que o transporte marítimo de mercadorias em Cabo Verde tem vindo a enfrentar desafios estruturais nos últimos anos.“A redução da capacidade de transporte de carga por parte de alguns armadores nacionais e a consequente disrupção no ecossistema marítimo nacional aumentaram a pressão sobre os operadores responsáveis pelo abastecimento das ilhas e pela circulação de mercadorias no país”, refere.Apesar deste contexto, a CV Interilhas afirma que tem mantido o seu compromisso de servir todas as ilhas habitadas do país, garantindo a continuidade do transporte de mercadorias e o abastecimento das populações.“Ao contrário do que algumas percepções possam sugerir, a CV Interilhas não alterou o seu modelo operacional de transporte de cargas. Desde 2023, a empresa opera com rotas e horários fixos, conhecidos pelos clientes e operadores económicos, assegurando ligações regulares entre as ilhas através de uma programação estável e previsível”, assegura.A CV Interilhas salienta que os procedimentos de recepção, planeamento e embarque de mercadorias mantêm-se igualmente inalterados, obedecendo aos mesmos critérios operacionais e de segurança que têm orientado a actividade da empresa nos últimos anos.“Os constrangimentos registados nos últimos meses resultaram, em grande medida, de factores externos à actividade da empresa, nomeadamente da docagem programada do navio Dona Tututa, uma intervenção obrigatória para garantir a certificação, segurança e continuidade da operação, e, mais recentemente, da inoperacionalidade da rampa metálica do Porto Inglês, na ilha do Maio”, relata.A empresa sublinha que estas situações tiveram impacto na capacidade operacional disponível e exigiram ajustamentos temporários na programação do transporte de cargas.Perante este cenário, a empresa reforça que tem vindo a adaptar o modelo operacional do navio Dona Tututa, programando viagens extraordinárias semanais para a ilha do Maio, com o objectivo de garantir o abastecimento regular da população, o transporte de mercadorias e a redução dos impactos para os operadores económicos.Por outro lado, a CV Interilhas diz estar aberta ao diálogo directo com os clientes e com as associações do sector, que considera ser a via mais eficaz para a resolução de qualquer situação, manifestando total disponibilidade para colaborar com as entidades competentes e prestar todos os esclarecimentos necessários.Por isso, sublinha que o desenvolvimento do comércio nacional e a coesão entre as ilhas estão na origem da missão da CV Interilhas e continuarão a orientar o trabalho da empresa.

​CV Interilhas atribui constrangimentos no transporte de cargas a factores externos

A empresa explica que este esclarecimento surge na sequência das notícias recentemente publicadas sobre o transporte marítimo de mercadorias entre as ilhas.

Numa nota enviada, a CV Interilhas indicou que o transporte marítimo de mercadorias em Cabo Verde tem vindo a enfrentar desafios estruturais nos últimos anos.

“A redução da capacidade de transporte de carga por parte de alguns armadores nacionais e a consequente disrupção no ecossistema marítimo nacional aumentaram a pressão sobre os operadores responsáveis pelo abastecimento das ilhas e pela circulação de mercadorias no país”, refere.

Apesar deste contexto, a CV Interilhas afirma que tem mantido o seu compromisso de servir todas as ilhas habitadas do país, garantindo a continuidade do transporte de mercadorias e o abastecimento das populações.

“Ao contrário do que algumas percepções possam sugerir, a CV Interilhas não alterou o seu modelo operacional de transporte de cargas. Desde 2023, a empresa opera com rotas e horários fixos, conhecidos pelos clientes e operadores económicos, assegurando ligações regulares entre as ilhas através de uma programação estável e previsível”, assegura.

A CV Interilhas salienta que os procedimentos de recepção, planeamento e embarque de mercadorias mantêm-se igualmente inalterados, obedecendo aos mesmos critérios operacionais e de segurança que têm orientado a actividade da empresa nos últimos anos.

“Os constrangimentos registados nos últimos meses resultaram, em grande medida, de factores externos à actividade da empresa, nomeadamente da docagem programada do navio Dona Tututa, uma intervenção obrigatória para garantir a certificação, segurança e continuidade da operação, e, mais recentemente, da inoperacionalidade da rampa metálica do Porto Inglês, na ilha do Maio”, relata.

A empresa sublinha que estas situações tiveram impacto na capacidade operacional disponível e exigiram ajustamentos temporários na programação do transporte de cargas.

Perante este cenário, a empresa reforça que tem vindo a adaptar o modelo operacional do navio Dona Tututa, programando viagens extraordinárias semanais para a ilha do Maio, com o objectivo de garantir o abastecimento regular da população, o transporte de mercadorias e a redução dos impactos para os operadores económicos.

Por outro lado, a CV Interilhas diz estar aberta ao diálogo directo com os clientes e com as associações do sector, que considera ser a via mais eficaz para a resolução de qualquer situação, manifestando total disponibilidade para colaborar com as entidades competentes e prestar todos os esclarecimentos necessários.

Por isso, sublinha que o desenvolvimento do comércio nacional e a coesão entre as ilhas estão na origem da missão da CV Interilhas e continuarão a orientar o trabalho da empresa.