Despiste de viatura de mercadorias mata 16 pessoas no norte de Moçambique

O acidente aconteceu na noite de sábado, na estrada regional 703, no limite entre os distritos de Nacala-a-Velha e Memba, província de Nampula, e segundo comunicado divulgado hoje pelo Instituto Nacional dos Transporte Rodoviários (Inatro), deficiências mecânicas e o mau estado da via terão provocado o despiste, seguido de capotamento, encontrando-se o condutor em fuga.Em comunicado, a Presidência da República refere que “perante esta tragédia”, o chefe de Estado, Daniel Chapo, manifesta “consternação e solidariedade” às famílias enlutadas e às comunidades afetadas, num momento que é de “dor e luto nacional”.“Neste momento difícil, apresentamos as nossas mais sentidas condolências às famílias das vítimas e desejamos a pronta recuperação dos feridos”, acrescenta a mensagem do Presidente moçambicano, em que reitera o apelo à “observância rigorosa das normas de segurança rodoviária por parte de todos os utentes das estradas” e sublinha “a necessidade de reforçar a responsabilidade coletiva na prevenção” sinistralidade automóvel no país.A Presidência da República confirmou ainda, nesta mensagem, ao início da tarde de hoje, a morte de 16 pessoas, depois de um primeiro balanço do Inatro que apontava para nove mortos, três feridos graves e quatro feridos ligeiros.O veículo envolvido no acidente fazia a rota Nacala-Porto/Memba, “transportando mais de 16 passageiros e carga diversa”, referiu o Inatro.“Chegado ao local do sinistro, ao atravessar o rio e na tentativa de dominar a subida que se segue, o condutor perdeu o controlo do veículo, tendo este recuado, acabando por despistar e de seguida capotar para a berma esquerda da via. Do trabalho preliminar realizado pela equipa técnica conjunta no terreno, constata-se como causa provável do acidente deficiências mecânicas e o mau estado da via”, refere a nota do Inatro.Acrescenta que uma equipa de peritos do Inatro e da Polícia de Trânsito deslocou-se ao terreno para prestar socorro e apoio às vítimas, bem como fazer a “recolha de mais dados para apurar as reais causas do sinistro, bem como a devida responsabilização pelos danos causados”.Moçambique está a lançar a fase piloto na operacionalização do centro de monitoria de contravenções nas estradas, para reduzir o número de acidentes, anunciaram em 05 de janeiro as autoridades locais.Em 27 de novembro, o Presidente moçambicano avisou a polícia de que tem de tomar medidas para travar a sinistralidade rodoviária.Na mesma ocasião, o chefe de Estado de Moçambique apontou que, de janeiro a setembro do ano passado, foram registados 408 acidentes de viação em todo o país, contra 459 em 2024, que provocaram 662 mortes, quando no mesmo período de 2024 foram contabilizadas 555 vítimas mortais.

Despiste de viatura de mercadorias mata 16 pessoas no norte de Moçambique

O acidente aconteceu na noite de sábado, na estrada regional 703, no limite entre os distritos de Nacala-a-Velha e Memba, província de Nampula, e segundo comunicado divulgado hoje pelo Instituto Nacional dos Transporte Rodoviários (Inatro), deficiências mecânicas e o mau estado da via terão provocado o despiste, seguido de capotamento, encontrando-se o condutor em fuga.

Em comunicado, a Presidência da República refere que “perante esta tragédia”, o chefe de Estado, Daniel Chapo, manifesta “consternação e solidariedade” às famílias enlutadas e às comunidades afetadas, num momento que é de “dor e luto nacional”.

“Neste momento difícil, apresentamos as nossas mais sentidas condolências às famílias das vítimas e desejamos a pronta recuperação dos feridos”, acrescenta a mensagem do Presidente moçambicano, em que reitera o apelo à “observância rigorosa das normas de segurança rodoviária por parte de todos os utentes das estradas” e sublinha “a necessidade de reforçar a responsabilidade coletiva na prevenção” sinistralidade automóvel no país.

A Presidência da República confirmou ainda, nesta mensagem, ao início da tarde de hoje, a morte de 16 pessoas, depois de um primeiro balanço do Inatro que apontava para nove mortos, três feridos graves e quatro feridos ligeiros.

O veículo envolvido no acidente fazia a rota Nacala-Porto/Memba, “transportando mais de 16 passageiros e carga diversa”, referiu o Inatro.

“Chegado ao local do sinistro, ao atravessar o rio e na tentativa de dominar a subida que se segue, o condutor perdeu o controlo do veículo, tendo este recuado, acabando por despistar e de seguida capotar para a berma esquerda da via. Do trabalho preliminar realizado pela equipa técnica conjunta no terreno, constata-se como causa provável do acidente deficiências mecânicas e o mau estado da via”, refere a nota do Inatro.

Acrescenta que uma equipa de peritos do Inatro e da Polícia de Trânsito deslocou-se ao terreno para prestar socorro e apoio às vítimas, bem como fazer a “recolha de mais dados para apurar as reais causas do sinistro, bem como a devida responsabilização pelos danos causados”.

Moçambique está a lançar a fase piloto na operacionalização do centro de monitoria de contravenções nas estradas, para reduzir o número de acidentes, anunciaram em 05 de janeiro as autoridades locais.

Em 27 de novembro, o Presidente moçambicano avisou a polícia de que tem de tomar medidas para travar a sinistralidade rodoviária.

Na mesma ocasião, o chefe de Estado de Moçambique apontou que, de janeiro a setembro do ano passado, foram registados 408 acidentes de viação em todo o país, contra 459 em 2024, que provocaram 662 mortes, quando no mesmo período de 2024 foram contabilizadas 555 vítimas mortais.