​Exportações caem 37,4% no 1º trimestre de 2026 - INE

Segundo os dados provisórios do Comércio Externo relativos ao 1º trimestre de 2026, no mesmo período, as importações também diminuíram, embora de forma menos acentuada, recuando 8,7%, ao passarem de 50.568 milhões de escudos no 1.º trimestre de 2025 para 46.179 milhões de escudos em 2026, menos 4.389 milhões de escudos.Em contraciclo, as reexportações registaram um aumento de 32,3%, passando de 8.263 milhões de escudos para 10.930 milhões de escudos, o que representa mais 2.667 milhões de escudos. Este desempenho contribuiu para uma redução de 7,4% no défice da balança comercial. A taxa de cobertura, no entanto, diminuiu 1,4 pontos percentuais.De acordo com o INE, no período em análise, a Europa manteve-se como o principal destino das exportações cabo-verdianas, absorvendo 93,7% do total, apesar de uma redução de 38,2% face ao 1º trimestre de 2025.A África representou 1,9% das exportações, com uma queda significativa de 66,6%, enquanto a América registou um crescimento de 86,9%, passando a representar 4,4% do total exportado.Entre os principais clientes, a Espanha manteve a liderança com 60,1% das exportações nacionais, seguida pela Itália (19,0%), Portugal (14,4%), Estados Unidos da América (4,4%) e Gâmbia (1,9%).Os preparados e conservas de peixe continuaram a ser o principal produto exportado, com 78,4% do total. Seguiram-se os vestuários (8,0%) e os calçados (4,7%), que, em conjunto, representaram 91,2% das exportações nacionais.Do lado das importações, os dados divulgados pelo INE, apontam que a Europa manteve-se como principal fornecedor de Cabo Verde, com 55,4% do total, apesar de uma redução de 15,0% face ao mesmo período do ano anterior.A Ásia/Oceânia representou 23,0% das importações, seguida da África com 15,6%, que registou um aumento de 31,2%, impulsionado sobretudo pela importação de combustíveis. Já as importações provenientes da América caíram 26,8% e as do Resto do Mundo diminuíram 55,1%.Portugal continuou a ser o principal fornecedor do país, com 34,6% do total das importações, seguido da Nigéria (11,3%), Espanha (7,9%), Arábia Saudita (6,5%), China (6,4%) e Índia (5,1%).Os combustíveis mantiveram-se como o principal produto importado, representando 42,6% do total, apesar de uma redução de 6,9 pontos percentuais em relação ao trimestre homólogo. Seguiram-se os veículos automóveis (6,0%), reatores e caldeiras (4,9%), máquinas e motores (3,6%), ferro e suas obras (3,1%) e carnes e miudezas comestíveis (2,7%).Por grandes categorias económicas, os combustíveis continuaram a dominar as importações, com 42,6% do total, apesar de uma queda de 21,4% em termos homólogos.Os bens de consumo representaram 29,1% das importações, com uma ligeira diminuição de 1,5%, seguidos pelos bens intermédios, que cresceram 6,2%, atingindo 17,9%. Já os bens de capital representaram 10,4% do total importado e registaram o maior crescimento relativo, com uma subida de 16,8%.

​Exportações caem 37,4% no 1º trimestre de 2026 - INE

Segundo os dados provisórios do Comércio Externo relativos ao 1º trimestre de 2026, no mesmo período, as importações também diminuíram, embora de forma menos acentuada, recuando 8,7%, ao passarem de 50.568 milhões de escudos no 1.º trimestre de 2025 para 46.179 milhões de escudos em 2026, menos 4.389 milhões de escudos.

Em contraciclo, as reexportações registaram um aumento de 32,3%, passando de 8.263 milhões de escudos para 10.930 milhões de escudos, o que representa mais 2.667 milhões de escudos. Este desempenho contribuiu para uma redução de 7,4% no défice da balança comercial. A taxa de cobertura, no entanto, diminuiu 1,4 pontos percentuais.

De acordo com o INE, no período em análise, a Europa manteve-se como o principal destino das exportações cabo-verdianas, absorvendo 93,7% do total, apesar de uma redução de 38,2% face ao 1º trimestre de 2025.

A África representou 1,9% das exportações, com uma queda significativa de 66,6%, enquanto a América registou um crescimento de 86,9%, passando a representar 4,4% do total exportado.

Entre os principais clientes, a Espanha manteve a liderança com 60,1% das exportações nacionais, seguida pela Itália (19,0%), Portugal (14,4%), Estados Unidos da América (4,4%) e Gâmbia (1,9%).

Os preparados e conservas de peixe continuaram a ser o principal produto exportado, com 78,4% do total. Seguiram-se os vestuários (8,0%) e os calçados (4,7%), que, em conjunto, representaram 91,2% das exportações nacionais.

Do lado das importações, os dados divulgados pelo INE, apontam que a Europa manteve-se como principal fornecedor de Cabo Verde, com 55,4% do total, apesar de uma redução de 15,0% face ao mesmo período do ano anterior.

A Ásia/Oceânia representou 23,0% das importações, seguida da África com 15,6%, que registou um aumento de 31,2%, impulsionado sobretudo pela importação de combustíveis. Já as importações provenientes da América caíram 26,8% e as do Resto do Mundo diminuíram 55,1%.

Portugal continuou a ser o principal fornecedor do país, com 34,6% do total das importações, seguido da Nigéria (11,3%), Espanha (7,9%), Arábia Saudita (6,5%), China (6,4%) e Índia (5,1%).

Os combustíveis mantiveram-se como o principal produto importado, representando 42,6% do total, apesar de uma redução de 6,9 pontos percentuais em relação ao trimestre homólogo. Seguiram-se os veículos automóveis (6,0%), reatores e caldeiras (4,9%), máquinas e motores (3,6%), ferro e suas obras (3,1%) e carnes e miudezas comestíveis (2,7%).

Por grandes categorias económicas, os combustíveis continuaram a dominar as importações, com 42,6% do total, apesar de uma queda de 21,4% em termos homólogos.

Os bens de consumo representaram 29,1% das importações, com uma ligeira diminuição de 1,5%, seguidos pelos bens intermédios, que cresceram 6,2%, atingindo 17,9%. Já os bens de capital representaram 10,4% do total importado e registaram o maior crescimento relativo, com uma subida de 16,8%.