Remessas de emigrantes para Cabo Verde cresceram 12% no primeiro trimestre
O total dos primeiros três meses deste ano ascende a 8,3 mil milhões de escudos (75,4 milhões de euros) e surge no seguimento da tendência de valores recorde registados em 2024 e 2025, de acordo com o Banco de Cabo Verde (BCV).Portugal continua a ser a origem de mais de um terço das remessas (34,8%), seguindo-se os Estados Unidos (26,3%) e França (17,3%).Os principais municípios de destino continuam a ser também os mais populosos: Praia, São Vicente e Santa Catarina.Apesar de haver altos e baixos no envio de dinheiro para o arquipélago, desde 2019 que o valor dos depósitos de emigrantes acumulados nos bancos do arquipélago está em crescimento.Segundo o mesmo boletim do Banco de Cabo Verde (BCV), em 2025, o valor chegou a cerca de 59,6 mil milhões de escudos (540 milhões de euros).No primeiro trimestre deste ano, a soma continuou a crescer e o total dos depósitos de emigrantes ultrapassou a fasquia de 60 mil milhões de escudos (544 milhões de euros) em fevereiro – posicionando-se, no final de março, nos 60,1 mil milhões de escudos (545 milhões de euros).As remessas são um dos principais pilares da economia cabo-verdiana, a par do turismo, refletindo o peso da diáspora, estimada em cerca de 1,5 milhões de pessoas – cerca do triplo da população do arquipélago.
O total dos primeiros três meses deste ano ascende a 8,3 mil milhões de escudos (75,4 milhões de euros) e surge no seguimento da tendência de valores recorde registados em 2024 e 2025, de acordo com o Banco de Cabo Verde (BCV).
Portugal continua a ser a origem de mais de um terço das remessas (34,8%), seguindo-se os Estados Unidos (26,3%) e França (17,3%).
Os principais municípios de destino continuam a ser também os mais populosos: Praia, São Vicente e Santa Catarina.
Apesar de haver altos e baixos no envio de dinheiro para o arquipélago, desde 2019 que o valor dos depósitos de emigrantes acumulados nos bancos do arquipélago está em crescimento.
Segundo o mesmo boletim do Banco de Cabo Verde (BCV), em 2025, o valor chegou a cerca de 59,6 mil milhões de escudos (540 milhões de euros).
No primeiro trimestre deste ano, a soma continuou a crescer e o total dos depósitos de emigrantes ultrapassou a fasquia de 60 mil milhões de escudos (544 milhões de euros) em fevereiro – posicionando-se, no final de março, nos 60,1 mil milhões de escudos (545 milhões de euros).
As remessas são um dos principais pilares da economia cabo-verdiana, a par do turismo, refletindo o peso da diáspora, estimada em cerca de 1,5 milhões de pessoas – cerca do triplo da população do arquipélago.